

“Nós Walkers somos como a máfia, uma vez que você entra, nunca mais sai”
Depois de tantos momentos marcantes, a segunda temporada de Brothers & Sisters chegou ao final (nesse último domingo nos EUA) com um episódio que honra a qualidade da série. Sempre mantendo o padrão dos episódios entre o bom e o muito bom, a dramédia da família Walker já conseguiu lugar vitálicio no meu coração. É como Sarah Walker, minha sister preferida, disse na fala a cima: uma vez Walker, sempre Walker.
Bom, Prior Commitments, o episódio final dessa segunda temporada, foi fofo. Não me vez chorar, mas foi lindo, redondinho, equilibrando as risadas e as lágrimas (para quem tem facilidade pra chorar, claro, que não é bem o meu caso). Teve momentos divertidos da peculiar dinâmica Walker e momentos emocionantes, como a conversa sobre maternidade das sisters Sarah e Kitty. Aliás, Sarah sempre consegue me emocionar, não a toa foi em uma cena com ela a única vez que chorei com a série.
Teve também o casamento de Kevin (foto), que rendeu ótimos momentos, antes, durante e depois da festa de celebração ( e só para constar: Kevin é meu brother preferido, acho que já falei isso por aqui).
Ok, o episódio passou no dia das mães lá nos E.U.A, ótima oportunidade para que ele girasse em torno da data, certo? Certo, mas não foi o que aconteceu. Porém, a homenagem ficou nas entrelinhas. Todas as atitudes de Nora comprovaram que ela é o porto mais que seguro e a mãe que todos gostaríamos de ter. Suas cenas foram excelentes e emocionantes (Sally Felds, parabéns! Nora, eu te amo!).
O gancho para próxima temporada veio da desconfiança de Sarah a respeito de uma certa foto e de flashbacks de Kevin com o pai. Teria mesmo William um filho fora do casamento? (assim eu também quero ser uma Walker!). Ryan, esse é o nome que vai mexer com a família na terceira temporada, prevista para estrear em setembro nos E.U.A.
Até lá, queridos Walkers!
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Eles vem de novo ao Brasil e eu não tenho pespectivas de ir vê-los (de novo!). É nada mais, nada menos, do que a banda que eu gosto há mais tempo, desde que eu era pré-adolescente, forever and ever. Sabe a lista das coisas que você tem que fazer antes de morrer? Então, ir ao show deles está bem possicionado nessa minha lista.
Estou até sem vontade de escrever sobre o show da Amy Winehouse cover que fui sexta passada, ou sobre a minha descoberta tardia do Coldplay, ou ainda de como eu estava com saudades de ouvir Red Hot Chilli Peppers. Também nem estou a fim de falar do quanto foi bom o episódio da semana passada de Grey’s Antomy (mas já falei dele aqui) e das minhas espectativas sobre o episódio final da segunda temporada de Brothers & Sisters próximo domingo.
Na verdade, só consigo pensar nos trechos mais depressivos das músicas deles, tais como:
“Penny likes to get away and drown her pain in lemonade. Penny dreams of rainy days and nights up late by the fireplace…”
“Can’t put my mind at ease with the words I say, trying to get myself to get out of my way”
“I am all that I fear…”
“But in a way I’m giving up some of myself…”
“Life isn’t what it seems, it’s something in a dream”
“She says please,watch over me, and she is on her knees and she begs and pleads”
Não, eles não são uma banda emo - nem eu. Drama queen, maybe. Maybe!
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Essas últimas semanas foram de retorno (pós-greve) na TV americana e, conseqüentemente, na minha “TV” também (maravilhas dos deuses da internet).
Bom, tudo começou com Desperate Housewives. Após uma ótima primeira temporada, uma segunda lamentável e uma terceira meia boca, a quarta estava colocando a série de volta aos trilhos, finalmente. Só que esses últimos três episódios que foram ao ar, não foram ruins, mas também não foram essas coisas, foram normais, oks. Lynette e sua família continuam, na minha opinião, responsáveis pelos melhores momentos. O mistério da vez, aparentemente, não é lá muito instigante, mas acho que ainda vai ser, já é de praxe as reviravoltas de último episódio. Porém, a nova moradora de Wisteria Lane que veio com o mistério, já vale a pena, ela e Bree garantem boas risadas.
Em Brothers & Sisters, minha família Walker não decepciona, sempre mantém a média entre o bom e o muito bom. Cada membro da família tem sua graça e sua carga emocional, e quando se juntam rendem os melhores momentos da série. Enfim, é a minha novela do coração. Os dois episódios que já foram ao ar são ótimos, falei do primeiro aqui.
O episódio da semana passada provou porque Grey’s Antomy é a minha atual série preferida. Foi um episódio leve, divertido, mas, ao mesmo tempo os dramas estavam lá, tipicamente Grey’s. Os meus amados internos (agora residentes júnior, menos George) me fazem sentir. Fato. E eu amo a Meredith! Pronto falei. Ela é a melhor personagem, não sei porque tantos desgostam dela. Ah, e hoje tem mais, a volta de Addie ao Seattle Grace Hospital! Ansiedade mil! Também escrevi sobre o episódio da volta de Grey’s aqui.

House M.D. foi a última das séries que eu assisto a retornar, e como é de seu feitio, chegou chegando. Com sarcasmo e mau-humor afiados Dr. House foi de encontro ao Mr. Nice Guy, seu paciente do dia. Claro que ele, o rabugento mor, ia desconfiar de tanta amabilidade em um só ser só podia ser sintoma de alguma doença. Mas o que eu gostei mesmo foi da continuação do “triângulo amororoso” Wilson-Amber-House. House propondo a Amber a guarda compartilhada de Wilson foi hilário. Tá, não foi um dos melhores episódios da série, mas eu gostei bastante, como também podem ler no box.
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- Por que as pessoas precisam morrer?
- Para que a vida seja importante.
Morrer é verbo intransitivo. Quem morre, morre. Certo? Não, se você pegar um programa único como Six Feet Under (A Sete Palmos) que gira em torno da funerária da família Fisher. Via de regra os episódios sempre começavam com uma morte, que podia ou não ter ligação direta com o enredo. Durante as 5 temporadas, vimos vários tipo de mortes. Serenas, bizarras, pitorescas, doloridas, trágicas, inesperadas… Fato é que a morbidez era um sentimento pulsante na série, mas estava longe de ser o único.
Ousada, como tradicionalmente as séries da HBO são, Six Feet Under não nos poupava de tocar em assuntos e sentimentos que, em geral, ninguém gosta de mencionar e fingem, dentro de sua hipocrisia e moralismo, que não existem. Sexo, drogas, homossexualismo, incesto, traição, religião, aborto. A sensibilidade dos temas também não impedia que fossem tratados com profundidade ou sob óticas diversas. A vida é tragicômica e o seriado reflete isso, não só com humor negro, mas com situações que beiram o surreal, dando margem para sonhos, visões e alucinações que eram reflexos da repressão e angústia existencial dos personagens.
E os personagens, ah, os personagens são imperfeitos, sombrios, danificados e perturbados, mas são também encantadores, cada um ao seu modo. Não foi difícil se apegar aos Fishers e seus agregados. Ruth, Nate, David, Claire, Brenda, Rico, Keith, George, apesar de por vezes nos decepcionarem com suas atitudes, humanas acima de tudo, sofremos com eles e assim como eles, sofremos em silêncio, e aceitamos seus defeitos e entendemos suas fraquezas, mais do que qualquer psicólogo. Profissão, a qual, aliás, a série pegou para cristo, criticando e zuando sempre que possível, assim como ao governo Bush, o quê, claro, só vem a somar pontos positivos.
Resultado de uma série de ótimos fatores (elenco, roteirista, produção, direção), Six Feet Under, além de atípica (qual outra se desenvolve em volta de uma funerária?) é, no conjunto geral, perfeita. O final, então, deixou meus resistentes olhos cheios de lágrimas.
Tudo acaba em um momento, talvez seja esse o grande lema da série. E, no caso, Six Feet Under, terminou como começou, excelente.

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Agora eu estou falando de séries também por aqui.
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Ter crianças na família pode significar ter que assistir “Espanta Tubarão” dublado pelo Paulinho Vilhena, numa sala de cinema lotada de pequenos seres gasquitos que acham super legal fazer guerra de comida em local público. Mas, eventualmente, também pode significar um filme da Disney meigo, musical e mágico numa tarde de domingo, na tranquilidade do seu lar.

Encantada é uma história de uma futura princesa que é banida no mundo das fantasias pela bruxa má. A princesa, obviamente, acredita em príncipe encantado, beijo verdadeiro de amor e no famigerado felizes para sempre. Quando ela se depara com o mundo real, com seres reais e problemas reais, ela passa a questionar tudo isso, mas sem deixar seu encantamento de lado. O filme é leve, divertido e romântico. Ah, e ainda tem o lindo Dr. McDreamy, de Grey’s Anatomy, no papel do “rival” do príncipe encantado. O final é feliz, claro, mas não lá muito convencional.
Será que ainda me é permitido acreditar em contos de fadas?
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Esses últimos dias estive doente, bem doente. Como eu estava impossibilitada de fazer grandes esforços, acabei virando o que os americanos chamam de couch potato, com direito a muitos enlatados americanos (by the way, esse termo é muito over e nem condiz com a qualidade dos programas). Toda vez que eu fico muito doente eu acabo me viciando em novos seriados, na última vez foram Grey’s Anatomy e Desperate Housewives. Dessa vez foi Dexter e Dirt Sexy Money. Porém, nesse período nauseante e febril, também tiveram outros. Falarei de alguns.

Six Feet Under eu já vinha vendo há um tempo, mas viciei total agora. Sempre a vejo com uma pena, um ou dois episódios no máximo por vez. Primeiro porque é tão, mas tão bom, que eu fico com dó de acabar logo. Até porque só são 5 temporadas com 12 ou 13 episódios cada e eu já estou indo para última. Segundo, porque geralmente chego ao fim dos episódios meio sem fôlego, meio perplexa, meio pensativa, ou ainda sentindo um vazio inexplicável. Mas, falarei mais da série quando eu terminar de vê-la. Merece um post especial.
Dirt Sexy Money eu comecei a ver por ver, sem expectativas. Ainda bem, porque realmente a série não tem nada demais, só é boa para passar o tempo, assistindo sem pretensões. Na verdade, ela é meio caidinha, exagerada e forçada, mas na falta da minha amada família Walker (de Brothers & Sisters), a família Darling quebra o galho. E agora que eu já comecei, não vou poder parar de ver sem saber quem foi que matou o pai do Nick George, o personagem principal da série e advogado dessa pitoresca família.

Dexter tem uma premissa genial, um serial killer de serial killers. A série nos leva a mergulhar no universo sangrento e complexo de Dexter Morgan, sua vida dupla, seus conflitos internos e seu instinto assassino. A história tem tensão, mistério, humor e muito sangue. Enfim, a série é matadora. Diria que já se tornou a minha série policial preferida.
Comecei a ver também a comédia The Office, que, ainda bem, foge dos padrões de sitcom. Ainda estou no começo e não estou achando assim essas coisas toda, mas é bem legalzinha. É uma visão “documentarista” sobre o dia a dia de um escritório bem bizarro, mas totalmente normal.
No mais, não vejo a hora de novos episódios de Grey’s Anatomy, Brothers & Sisters e House! Já estou em crise de abstinência. Seriously! Amanhã já tem novo das donas de casa desesperada, já é algo.
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Eu fico meio assim de ver filmes e, principalmente, ler livros muito badalados. Filmes derivados de livros muito badalados, pior ainda (Preconceito, quem não tem? O meu, pelo menos, não é crime hediondo). Mesmo assim, numa tarde a toa, fui com amigos ver O Caçador de Pipas. E taí que o filme era bom. Fui, então, ler o livro. Nada de muito diferente da sua adaptação cinematográfica. Claro que tinha uns fatos a mais, outros meio diferentes, mas a essência era a mesma: uma história sobre devoção e amizade. Nos dois eu quase chorei com o “momento carta”.
O caso é que comigo as coisas acontecem da seguinte forma: mesmo, em geral, eu gostando mais de livros que filmes, se eu vejo o filmes antes, o livro torna-se menos interessante (e vice-versa) e eu sempre tendo a gostar mais daquele que eu tive o primeiro contato. E vocês? (aquela que quer interagir com os poucos amigos/leitores, rs)
A amiga Laís falou aqui sobre suas considerações a respeito de outros livros que viram filmes. Vale a pena ler.
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Como fazer para encantar e fugir do óbvio ulante da fórmula cara sensível, romântico e depressivo tem seu destino cruzado com o da garota bonita, misteriosa e divertida? Simples, seja simples, faça da música o terceiro protagonista e evite um final previsivelmente feliz. Eu juro que se eu fosse dada a chorar vendo filmes, eu tinha chorado. Quem conhece minha peculiar sensibilidade cinematográfica, sabe do que eu estou falando. Porém, meu coração ficou apertadíssimo.
Para acessar o site do filme, clique aqui.
Para ler uma resenha digna, escrita pelo amigo Zé que me indicou o filme, clique aqui.
p.s. comunicado importante (ou não): Decidi que esse blog vai ser exclusivo para eu comentar sobre os livros, filmes, músicas, seriados e afins que cruzarem o meu caminho e chamarem atenção o suficiente para merecer um lugar aqui. No máximo, ao falar deles, eu faça alguma analogia a minha vida pessoal (isso não soou como eu imaginava, mas você captaram a mensagem, né?).
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“Olá pessoas doentes e seus familiares. Para não perdemos tempo e evitarmos conversa-fiada chata, eu sou o doutor Gregory House, mas vocês podem me chamar de Greg. (…) Eu sou um entediado diagnologista, com dupla especialidade em Infectologia e Nefrologia. Eu também sou o único médico dessa clínica que é obrigado a estar aqui. Mas não se preocupem, porque a maioria de vocês poderiam ser tratados por um macaco com um analgésico. Falando nisso, se me incomodarem muito, vocês poderão me ver tomando Vicodin (tira um frasco de remédio do bolso). Isso é meu, não é para vocês. E não, eu não tenho problemas de lidar com a dor, eu tenho problemas de dor. Mas quem sabe, talvez eu esteja muito doidão para dizer. Então, quem me quer?”
“Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes,o futuro depende delas”
“Ainda é ilegal fazer uma autópsia em uma pessoa viva?”
“Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é psicótico”
“Eu já atingi a cota mensal de exames inúteis para idiotas teimosos”
“Um viciado em sexo com a língua inchada. Imagine todos os lugares que posso fazer Dr. Foreman procurar!”
Uma freira fala para House: “A Irmã fulana acredita em coisas que não são reais”
House responde: “Pensei que esse fosse uma exigência para sua atividade”
“Preciso ir, o prédio está cheio de pessoas doentes. Se correr, talvez consiga evitá-las”
“Eu não preciso assistir a THE O.C., mas me deixa feliz”
“Eu sou o McCane!” (McBengala, referência aos apelidos com Mc dos médicos de Grey’s Anatomy, McDreamy, McSteamy, McVet, etc)
“Leia menos… veja mais TV”
“Como disse o filósofo Jagger uma vez: ‘Você não pode ter sempre aquilo que quer’”
“Todo mundo mente” (essa é clássica e é alma do seriado).
Ah, são tantas, ele é ótimo com suas tiradas e sacarmos, genial e genioso … My vicodin! I love hate him!
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