Meu antigo blog sumiu. Não me pergunte como, nem porquê. Hoje eu acredito no destino, então, um novo blog. Não porque eu não consiga viver sem ter um lugar para escrever, filosofar, desabafar ou qualquer outra atividade intelectual/espiritual nobre. Mas porque eu preciso de um lugar para armazenar todos os links de outros sites e blogs que visito com freqüência, já que meus favoritos (ou meu computador, como queira) sempre me deixam na mão. Vivo sem escrever, mas não sem ler. Mentira, não vivo sem os dois. E preciso dos meus links! Alguns não sei onde foram parar. Procura-se.
Meu antigo blog desapareceu. Será que volta? Tão bonitinho que ele era. Durou tão pouco tempo. E dessa vez nem tive culpa. Fazendo uma analogia rala, é como aqueles objetos que perdemos, que não sabemos onde ou como, num instante estava aqui e zaz, evaporou. Um dia como quem não quer nada, quem sabe, você o encontra no fundo do armário, no cantinho da sala, embaixo dos livros, atrás do porta-retrato. .. ou não. Se encontrarem, me avisem.
Meu antigo blog se foi. Eu acho que pra sempre. Assim como algumas pessoas que simplesmente vão, sem dizer pra onde ou por qual motivo, apenas dão as costas, te largam de lado, não perguntam mais por você, fingem que não te conhecem, não dizem a que veio ou porquê vão, partem prematuramente da sua história (ou já vão tarde), viram a página da vida delas onde você esteve, pelo menos aparentemente, afinal você sabe que é inesquecível e inocente. Um dia, quem sabe, voltem a cruzar seu caminho, te arranquem um sorriso, segurem a sua mão e faça por merecer toda sua dedicação e admiração outra vez… ou não. O problema é que a gente se apega. Porém, se ouvirem falar a respeito, digam que estou bem sem.
Meu novo blog começa aqui e precisa de uma arrumação, mas por hora tá bom. Não acham?