A versão desplugada do cd que, em meados de 1998, me fez virar fã de uma banda de garotos. Hoje, 10 anos depois, jovens pais de família, eles me surpreende e encantam cada vez mais em cada cd, em cada canção, em cada ato, pela evolução de sua música, pela garra de seguirem fazendo o que amam, pelo amor a música, pela beleza e profundidade de suas composições, pela dedicação ao próximo, pelos sorrisos e piadas, pela energia do palco, enfim, por mais de uma década preencherem minha alma e coração com as raízes do rock’n'roll.
E sobre o cd, o que dizer? Nostalgia boa total. Sem contar que ouvir Zac cantar Lucy com voz de homem e voltar a vê-lo fazendo uso do alto -falante em Man from Milwalkee já valem o cd. Porém, eu me emociono mesmo é ouvindo Taylor entoando o verso “The rumors of Johnny’s mystery” em Yearbook, na parte a capela de Where’s the love?, na qual eles harmonizam suas vozes lindamente e também em toda Weird, porque essa música é tudo. Mas eu danço e toco instrumentos imagináveis mesmo é em Look at you e sinto uma falta imensa deles falarem “Zac Hanson in the drums” no solo de bateria em A minute without you. E nem vou falar do verso “Can you tell me who will still care?” da famigerada Mmmbop que resume tudo.
p.s. Falando em música, adicionei umas páginas (vide coluna ao lado) com coisas que estou ouvindo, assistindo e lendo (no passado, presente e futuro). Agora só falta ajeitar o perfil para esse blog ficar do jeito que eu quero.
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Segunda-feira, dia de começar a nova dieta, os novos planos, o novo emprego, o novo curso, a nova academia. Dia de decidir seguir em frente, de decidir terminar o namoro na próximo sexta, de sentir saudade do domingo nostálgico, ou do sábado bombástico, ou de algo que nunca teve, ou, talvez, do que sempre teve. Dia de planejar a próxima viagem, o próximo cinema, o próximo livro, o próximo café com os amigos. Dia de preguiça e de ter coragem pra se entregar ao ócio. De manter a arrumação da casa e começar (re) arrumar a vida. Dia de renovar ou prosseguir. Dia cotidiano ou de uma nova rotina. Dia de ultimatos e indecisões. Dia de fazer promessas, das quais metade você esquece na terça e provavelmente a outra metade não chegará nem até quinta. Dia morno, porém decisivo para toda a semana e, se bobear, para todo o mês, ano ou vida.
E quando a segunda-feira é exatamente uma quarta-feira? Ou, quem sabe, uma quarta chance?
“Eu não gosto de segundas-feiras, mas elas eventualmente vem”
(Lorelai Gilmore) - minha eterna filosofa de bar.
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Today’s fortune: Stop searching forever, happiness is just next to you.
Seriously?!
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Algo estranho me acontece: uma mistura de otimismo e felicidade sem motivo. Nada estrondoso, no entanto. Apenas a ausência de uma angústia inveterada. Deve ser o inferno astral as avessas. Finalmente.
E, eu sei, devia ter receio desse “conformismo” em forma de alegria repentina, mas meu otimismo, por hora, não deixa. Já sentiram isso?
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“Mudar. Nós não gostamos disso, temos medo. Mas não podemos impedir que aconteça. Precisamos nos adaptar as mudanças ou somos deixados para trás. Crescer é doloroso. Qualquer um que disser o contrário está mentindo. Mas aqui está a verdade: às vezes quanto mais as coisas mudam, mas elas permanecem as mesmas. E às vezes, oh, às vezes, mudar é bom. Às vezes mudar é tudo”
(Meredith Grey, no final do episódio 4.01 de Grey’s Anatomy).
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Meu antigo blog sumiu. Não me pergunte como, nem porquê. Hoje eu acredito no destino, então, um novo blog. Não porque eu não consiga viver sem ter um lugar para escrever, filosofar, desabafar ou qualquer outra atividade intelectual/espiritual nobre. Mas porque eu preciso de um lugar para armazenar todos os links de outros sites e blogs que visito com freqüência, já que meus favoritos (ou meu computador, como queira) sempre me deixam na mão. Vivo sem escrever, mas não sem ler. Mentira, não vivo sem os dois. E preciso dos meus links! Alguns não sei onde foram parar. Procura-se.
Meu antigo blog desapareceu. Será que volta? Tão bonitinho que ele era. Durou tão pouco tempo. E dessa vez nem tive culpa. Fazendo uma analogia rala, é como aqueles objetos que perdemos, que não sabemos onde ou como, num instante estava aqui e zaz, evaporou. Um dia como quem não quer nada, quem sabe, você o encontra no fundo do armário, no cantinho da sala, embaixo dos livros, atrás do porta-retrato. .. ou não. Se encontrarem, me avisem.
Meu antigo blog se foi. Eu acho que pra sempre. Assim como algumas pessoas que simplesmente vão, sem dizer pra onde ou por qual motivo, apenas dão as costas, te largam de lado, não perguntam mais por você, fingem que não te conhecem, não dizem a que veio ou porquê vão, partem prematuramente da sua história (ou já vão tarde), viram a página da vida delas onde você esteve, pelo menos aparentemente, afinal você sabe que é inesquecível e inocente. Um dia, quem sabe, voltem a cruzar seu caminho, te arranquem um sorriso, segurem a sua mão e faça por merecer toda sua dedicação e admiração outra vez… ou não. O problema é que a gente se apega. Porém, se ouvirem falar a respeito, digam que estou bem sem.
Meu novo blog começa aqui e precisa de uma arrumação, mas por hora tá bom. Não acham?
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