
Como fazer para encantar e fugir do óbvio ulante da fórmula cara sensível, romântico e depressivo tem seu destino cruzado com o da garota bonita, misteriosa e divertida? Simples, seja simples, faça da música o terceiro protagonista e evite um final previsivelmente feliz. Eu juro que se eu fosse dada a chorar vendo filmes, eu tinha chorado. Quem conhece minha peculiar sensibilidade cinematográfica, sabe do que eu estou falando. Porém, meu coração ficou apertadíssimo.
Para acessar o site do filme, clique aqui.
Para ler uma resenha digna, escrita pelo amigo Zé que me indicou o filme, clique aqui.
p.s. comunicado importante (ou não): Decidi que esse blog vai ser exclusivo para eu comentar sobre os livros, filmes, músicas, seriados e afins que cruzarem o meu caminho e chamarem atenção o suficiente para merecer um lugar aqui. No máximo, ao falar deles, eu faça alguma analogia a minha vida pessoal (isso não soou como eu imaginava, mas você captaram a mensagem, né?).
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“Olá pessoas doentes e seus familiares. Para não perdemos tempo e evitarmos conversa-fiada chata, eu sou o doutor Gregory House, mas vocês podem me chamar de Greg. (…) Eu sou um entediado diagnologista, com dupla especialidade em Infectologia e Nefrologia. Eu também sou o único médico dessa clínica que é obrigado a estar aqui. Mas não se preocupem, porque a maioria de vocês poderiam ser tratados por um macaco com um analgésico. Falando nisso, se me incomodarem muito, vocês poderão me ver tomando Vicodin (tira um frasco de remédio do bolso). Isso é meu, não é para vocês. E não, eu não tenho problemas de lidar com a dor, eu tenho problemas de dor. Mas quem sabe, talvez eu esteja muito doidão para dizer. Então, quem me quer?”
“Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes,o futuro depende delas”
“Ainda é ilegal fazer uma autópsia em uma pessoa viva?”
“Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é psicótico”
“Eu já atingi a cota mensal de exames inúteis para idiotas teimosos”
“Um viciado em sexo com a língua inchada. Imagine todos os lugares que posso fazer Dr. Foreman procurar!”
Uma freira fala para House: “A Irmã fulana acredita em coisas que não são reais”
House responde: “Pensei que esse fosse uma exigência para sua atividade”
“Preciso ir, o prédio está cheio de pessoas doentes. Se correr, talvez consiga evitá-las”
“Eu não preciso assistir a THE O.C., mas me deixa feliz”
“Eu sou o McCane!” (McBengala, referência aos apelidos com Mc dos médicos de Grey’s Anatomy, McDreamy, McSteamy, McVet, etc)
“Leia menos… veja mais TV”
“Como disse o filósofo Jagger uma vez: ‘Você não pode ter sempre aquilo que quer’”
“Todo mundo mente” (essa é clássica e é alma do seriado).
Ah, são tantas, ele é ótimo com suas tiradas e sacarmos, genial e genioso … My vicodin! I love hate him!
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O dia do seu aniversário é mesmo uma data ímpar no ano (o meu é todo 14 de março) e não só porque você se transforma em protagonista do dia, ganha presentes, bolos e desejos, mas especialmente porque você nota o quanto suas pessoas se importam e gostam de você, não que isso não aconteça nos outros dias do ano, mas é bom ver tudo concentrado num dia só. Até dá pra esquecer que você está um ano mais velha (e depois dos 20 isso é tão desanimador) e sua vida e você continuam os mesmos, embora isso não seja de todo ruim. Eu acho.
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Apresento-vos os meus mais novos amores/vícios em termos de seriados: Brothers & Sisters (B&S) e The West Wing (TWW). E, para mim, os dois são bem parecidos. Daí, vocês me perguntam, o que um drama familiar tem em comum com um drama político? E eu explico em 8 tópicos:

1- Os dois têm seus momentos únicos de comédia para equilibrar as tensões de casa e da Casa Branca. E é o meu tipo preferido de comédia.
2- São movidos pelos diálogos, rápidos, inteligentes e certeiros, no melhor estilo walk talk, principalmente em TWW.
3- Em B&S temos uma família que é uma equipe, e em TWW temos uma equipe que é uma família.
4- Valores políticos e pessoais são constantemente discutidos e postos em cheque em ambas as séries. Além de assuntos polêmicos.
5- Rob Lowe (lindo!) atua nas duas. Em TWW ele era o atrapalhado, porém, talentoso Sam Seaborn, um assessor de comunicação que termina (pelo o que eu soube) como deputado. Já em B&S ele é o competente e romântico Senador Robert McCallister, que ambiciona a presidência dos EUA. Ambos os personagens são charmosos e meio neuróticos. E eu adoro os dois.
6- Meus personagens preferidos de cada uma da série, nem são os galãs, e nem foram programados para serem os maiores protagonistas, mas eles roubam a cena. Em TWW eu morro de amores pelo neuroticamente fofo Josh Lyman (Bradley Whitford é ídolo, rs) e, para mim, os melhores momentos de B&S têm, em sua maioria, uma pitada básica do irmão gay da família Walker, o advogado Kevin Walker, adoooro!
7- Em TWW temos 5 funcionários (principais) dedicados a um presidente (e vice-versa), em B&S são 5 filhos dedicados a uma mãe (e vice-versa).
8- As duas séries têm dinâmicas peculiares, uma espécie de ritmo e características próprias na condução das histórias, que só quem é de casa entende.

Só mais três coisas:
1- uma diferença básica é que TWW já acabou (mas eu ainda tenho 6 temporadas pela frente) e B&S ainda está em sua segunda temporada (e que espero que tenha vida muito longa).
2- “Às vezes aqueles que mais amamos são os que menos conhecemos” (slogan de Brothers & Sisters).
3- Aaron Sorkin (criador e roteirista de The West Wing e de Studio 60) é o cara!
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A Paulinha me passou uma daquelas correntes de blogs. Resolvi responder as pequenas perguntas baseado no últimos dias. Aqui vamos nós:
Melhor momento: Receber no aeroporto minha tia e minha prima que moram nos EUA e eu não via há mais de dois anos.
Pior momento: Ficar doente dia sim, dia não.
Arrependimento: De não ter caminhado ontem (choveu) e hoje (preguiça).
Algo que aprendi: Várias leis americanas, vendo a ótima “The West Wing”.
Algo que pretendo esquecer: Esquecimentos voluntários de outras pessoas.
Filme que adorei assistir: O último filme que eu vi foi “Vestida para casar”, adorei.
Promessa para esse ano: Fazer escolhas.
p.s. hoje eu não passo corrente, quem quiser responder, fique à vontade.
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