Vinte e poucas frases de Meredith Grey

Junho 19, 2008 at 10:35 am (Seriados, Séries que amo, Tiraram as palavras da minha boca) ()

Além de ser a protagonista da série, a Dra. Grey é também a narradora oficial de Grey’s Anatomy, suas divagações permeiam o enredo do episódios e, volta e meia, tira reflexões sobre os atos dos personagens, de maneira áspera e doce ao mesmo tempo. No ofício de salvar vidas alheias, ela acaba tirando lições para sua própria vida. São pensamentos simples, juvenis até, mas nem por isso menos profundos e válidos.

Sei que a lista ficou longa, mas se levarmos em conta que a série já teve mais de 70 episódios e cada um tem seu pensamento-mestre com diversas frases de efeito, até que fui bem concisa. Sem mais delongas, com a palavra: Meredith Grey!

Sobre relacionamentos (amigos, família, amores):

Intimidade é uma palavra de cinco sílabas para ‘aqui - está - o - meu - coração - por - favor - esmague-o - como - carne - moída - e - se - delicie’. É uma coisa ao mesmo tempo desejada e temida. Difícil de conviver com e impossível de se viver sem”

“A Julieta era uma idiota. Porque ela se apaixona por aquele cara que ela sabe que não pode ter… Todo mundo acha isso tão romântico: Romeu e Julieta, amor verdadeiro… que triste. Se Julieta foi burra o bastante para se apaixonar pelo inimigo, beber uma garrafa de veneno e ir repousar num mausoléu, então ela teve o que merecia”

“E até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz

“Há um velho provérbio que diz que você não pode escolher sua família. Você aceita o que o destino lhe dá. E gostando deles ou não, amando-os ou não, entendendo-os ou não, você se adapta a eles. Aí tem também aquele que diz que a família onde você nasce é simplesmente o ponto de partida. Eles te alimentam, te vestem e tomam conta de você até que esteja pronto para cair no mundo e encontrar sua própria família, sua tribo”

Sobre o difícil ofício de crescer:

Comunicação. É a primeira coisa que realmente aprendemos na nossa vida. O engraçado é que, depois que crescemos, aprendemos as palavras e começamos a falar pra valer, fica mais difícil saber o que dizer”

“A gente cresce, fica alto, mais velho… Mas, na maioria dos casos, a gente ainda é um bando de crianças correndo no parquinho desesperados para entrar num grupo”

“O desejo pode ferrar com a sua vida. E por mais duro que seja querer muito uma coisa, as pessoas que mais sofrem são aquelas que sequer sabem o que querem”

Mudanças. Nós não gostamos delas. Nós a tememos. No entanto, não conseguimos evitá-las. Ou nos adaptamos às mudanças, ou somos deixados para trás. Crescer é doloroso. Qualquer um que te disser que não, está mentindo. Mas aqui vai a verdade: às vezes, quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas. E às vezes,oh, às vezes mudar é bom. Às vezes mudar é tudo”

Sobre verdades, mentiras, erros e suas consequências:

“Aqui vai a verdade sobre a verdade: ela machuca. Então, a gente mente”

“Talvez a gente goste da dor. Porque sem ela, talvez, a gente não se sentisse real”

“Estamos todos danificados, ao que parece. Alguns de nós, mais que outros. Carregamos o dano desde a infância e então, já adultos, causamos tanto quanto recebemos. Definitivamente, tudo que fazemos é causar danos

“Na vida, apenas uma coisa é certa, além da morte e dos impostos. Não importa o quanto você tente, não importa se são boas suas intenções, você cometerá erros. Você irá machucar pessoas. E se machucar”

“Esquecer e perdoar. É isso que dizem por aí. É um bom conselho, mas não muito prático. Quando alguém nos machuca, queremos machucá-los de volta. Quando alguém erra conosco, queremos estar certos. Sem perdão, antigos placares nunca empatam, velhas feridas nunca fecham. E o máximo que podemos esperar é que um dia tenhamos a sorte de esquecer

“A vida já é tão difícil, por que a gente fica arranjando mais problemas pra gente? Que necessidade é essa de apertar o botão de auto-destruição?”

“Então o que torna a Ira diferente dos outros seis pecados capitais? É bem simples na verdade: se entregue a um pecado como inveja ou orgulho e você só machuca a si mesmo. Experimente luxúria ou ganância e você machuca a si mesmo e mais uma ou duas pessoas. Mas a ira… Ira é a pior. A mãe de todos os pecados. A ira pode levar não somente você até o limite, mas também um número terrível de pessoas junto consigo”

“O que é pior: novas feridas que são horrivelmente dolorosas ou velhas feridas que deviam ter sarado anos atrás, mas nunca o fizeram?”

“Não importa o quanto algo nos machuca, às vezes se livrar dele dói mais ainda.”

Sobre outras coisas da vida:

“Você pode desperdiçar sua vida construindo barreiras e fronteiras ou então você pode viver ultrapassando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. E aí vai o que eu sei: se você estiver disposto a se arriscar, a vista do outro lado é espetacular”

“Eu não tenho idéia porque a gente fica adiando as coisas, mas se eu tivesse que chutar, diria que tem muito a ver com o medo. Medo do fracasso. Medo da dor. Medo da rejeição. Seja lá do que a gente tenha medo, uma coisa é sempre verdade: com o tempo, a dor de não ter tomado uma atitude fica pior do que o medo de agir”

“Quem determina quando o velho acaba e o novo começa? Não é o calendário, não é um aniversário, nem um ano novo - é um evento.”

“A superstição fica naquele ponto entre o que conseguimos e o que não conseguimos controlar. Nós nos apoiamos em superstições porque somos espertos o suficiente para saber que não temos todas as respostas. E que a vida funciona de maneiras misteriosas”

“Não se pergunte por que as pessoas enlouquecem. Se pergunte por que não enlouquecem. Diante do que podemos perder num dia, num instante. Se pergunte que diabos é isso que nos faz manter a razão“.

“Algumas vezes o esperado simplesmente perde importância comparado ao inesperado

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Loucura e despersonalização

Maio 27, 2008 at 9:03 pm (Devaneios e divagações, Filmes, Seriados, Séries que amo, Tiraram as palavras da minha boca) (, )

Transtorno de despersonalização é o desligamento de sensações exteriores. Consiste na persistência ou recorrente experiência de se sentir desligado, como se alguém fosse um observador de seus próprios processos mentais ou do corpo. Assim definiu Hudson (Matthew Perry), no filme Numb, sobre sua desordem metal. (Logo me lembrei de um trecho da música Underneath, do Hanson: “Waking up this morning, thinking this can’t be real”).

Bom, ele só queria ser uma pessoa feliz com pensamentos felizes e deter suas preocupações e sua ansiedade, como boa parte das pessoas normais, eu acho. Resultado: acabou com o tal do transtorno de despersonalização. E na busca de encontrar o caminho de volta à realidade, em busca da sua cura, ele apelou para tudo: remédios, família, exercícios físicos (por causa da endorfina), roubar (por causa da adrenalina) e diversas sessões de terapias com diversos psicólogos.

Lógico que me lembrei das sessões de terapia da Meredith Grey (em Grey’s Anatomy). Ela também tinha uma espécie de surtos de apatia generalizada, os dois são auto-destrutivos e estavam a um só passo de um completo desastre. Sem contar que a mãe ferrou com psicológico dela, assim como a mãe de Hudson fez com o dele. Só que a Dra. Wyatt foi bem mais eficiente do que todos os médicos de Hudson juntos. Sorte da Grey, azar do Hudson, que teve que tentar juntar seus pedaços sozinhos. Solução para ambos: deixarem de ser obstáculos para si mesmos.

O maior medo dele era ficar louco espontaneamente. Já Meredith, tem outra opinião sobre o assunto: “Não se pergunte por que as pessoas enlouquecem. Se pergunte por que não enlouquecem. Diante do que podemos perder num dia, num instante. Se pergunte que diabos é isso que nos faz manter a razão”.

Os dois tiveram um momento de redenção - lindos momentos, aliás. Porém, no fim ainda ficou uma incerteza no ar. Na quinta temporada de Grey’s, saberemos se Meredith está realmente liberta. Para Hudson, sobra meu otimismo.

Trailer do filme Numb (depois disso tudo, ainda preciso dizer que o filme é ótimo?):

“I don’t need therapy”: cena tragicômica de Grey’s Anatomy (só para notarem o quanto a Meredith é danificada - dark and twisty, como dizem - e o quanto a Dra. Wyatt se garante):

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Extraordinário! Seriously!

Maio 25, 2008 at 1:22 pm (Seriados, Séries que amo, Tiraram as palavras da minha boca) ()

Derek e Meredith

“I believe we can be extraordinary together, rather than ordinary apart”

Shonda Rhimes, a tutora dos médicos do Seattle Grace, já tinha anunciado: eles precisariam de força e coragem para confrontar seus medos, fraquezas e conflitos mais profundos. Assim, tudo foi se encaminhando, resultando num lindo final para uma controversa quarta temporada de Grey’s Anatomy.

Uma temporada muito criticada, na qual boa parte dos fãs da série criaram aversão pelo casal George e Izzie; cansaram do casal Meredith e Derek; sentiram falta de Addison e Burke; tornaram-se saudosista da casos-emotivos e das catástrofes de temporadas passadas; se encheram de alguns tramas que pareciam sem fim, dando voltas em torno de si mesmos, assim como dos casos-metáforas. Enfim, eu teria muitas ponderações a fazer sobre todas essas críticas (até porque gostei muito dessa temporada), mas vou me ater aos fatos que nos levaram até o sensacional Freedom, um episódio duplo cheio de emoções à flor da pele, no qual o previsível nunca foi tão impressionante.

Fato é que desde o primeiro episódio dessa temporada, já se apontava que seria um período para mudanças. Meredith até finalizou o mesmo afirmando: “Às vezes, mudar é bom. Às vezes mudar é tudo”. Então, vimos o amadurecimento dos personagens que amamos, (por vezes) odiamos, torcemos, criticamos, nos identificamos, mas, acima de tudo, somos capazes de entender suas motivações, falhas e receios.

Velhos e novos desafios surgiram para esses cinco aspirantes a cirurgiões e seus essenciais agregados, tanto no campo profissional, quanto no pessoal, um interferindo no outro, como é de praxe na vida e, especialmente e intensamente, na série. Numa visão geral, podemos, por fim, notar que alguns dos fatos tão criticados (e até lamentáveis) foram necessários para esse crescimento, ou melhor, mudança de fase, que a série ansiava.

Como Shonda disse, na seasson finale e nos caminhos pós-greve que nos levaram a ela, não tivemos bombas, acidentes de trem ou balsa, carros virando, batidas de ônibus, epidemias… Em suma, nenhuma grande catástrofe. Porém, quem pode dizer que não existem outros tipos de grandes acontecimentos (big traumas, the events), de cunho pessoal, tão difíceis de lidar quanto uma bomba preste a explodir?

Em Freedom, Cristina Yang recuperou a sua groove e voou sozinha. De volta as salas de cirurgia, Burke é finalmente superado e, de quebra, ainda a vimos dando lição de moral em Hanh - mais Yang impossível. Bailey também voltou a ser a nazi, aquela que tem o controle da situação, aquela que nos emociona, impressiona e intimida.

Izzie e Alex

A transtornada Ava/Rebbeca levou o bruto Alex Karev a confrontar traumas, tendo Izzie como ombro, ele desmoronou. É, ele é bem mais que um rostinho bonito e um coração gélido. Izzie, por sua vez, teve o reconhecimento profissional que buscava e lhe cabe perfeitamente. A clínica, que leva o nome de Denny Duquette, é o lugar certo para a doce Izzie, toda sua sensibilidade, alegria e otimismo vão ter palco por lá.

George O’Malley terá uma segunda chance na carreira (e, espero eu, para o personagem que me encantou desde a primeira temporada, mas andou perdendo a graça nos últimos tempos). Claro, que para lutar pelo reconhecimento de Chief, ele precisou de empurrão, vindo de uma solicita e divertida Lexie (aliás, casal fofo à vista).

Um loser coberto por concreto foi o caso-metáfora para Callie, ou melhor, a menina que se envergonhava por sentir algo por esse cara rejeitado pelos seus amigos. Com isso e com uma ajuda básica de Mark, Callie se deu conta e assumiu seus sentimentos por Hahn. Daí tivemos um dos inúmeros beijos do episódio (Detalhe: todas as mulheres que foram beijadas estavam de vermelho). Festival de beijos com a finalidade de nos deixar na expectativa dos rumos que esses relacionamentos podem tomar na próxima temporada.

Por fim, mas o mais importante: Meredith Grey. Suas sessões de terapia e seu experimento médico a tornaram mais confiante. Segurança essa essencial na sua busca em ser extraordinária em todos os sentidos. Ela precisou ser forte, se erguer diante a poça de sangue da mãe e do medo de arriscar e confiar nas pessoas que ama, aceitar o afeto que sempre desejou, mas nunca se permitiu ter. Precisou lutar e ser livre para amar e ser amada. A cena final mostrou o quanto ela foi bem sucedida nessa tarefa também. Meredith, romântica (?), fez com velas uma planta da casa que Derek sonhava construir para eles, só para provar a ele que ela estava finalmente pronta, embora ainda titubeante, estava disposta a tentar ser feliz ao lado dele, pois, como a própria disse: “I believe we can be extraordinary together, rather than ordinary apart”.

Terminamos o episódio com uma Meredith sem palavras, mas a imagem disse tudo: ela estava livre. Todos estão livres, todos lutaram e se permitiram uma nova oportunidade para serem extraordinários. Agora, onde isso vai nos levar? Que novos rumos esses personagens vão tomar? Isso é uma missão para a quinta temporada. Que venha setembro!

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I’ve been there before

Maio 8, 2008 at 8:39 pm (Constatações, Music is life, Séries que amo, Tiraram as palavras da minha boca) ()

Hanson

Eles vem de novo ao Brasil e eu não tenho pespectivas de ir vê-los (de novo!). É nada mais, nada menos, do que a banda que eu gosto há mais tempo, desde que eu era pré-adolescente, forever and ever. Sabe a lista das coisas que você tem que fazer antes de morrer? Então, ir ao show deles está bem possicionado nessa minha lista.

Estou até sem vontade de escrever sobre o show da Amy Winehouse cover que fui sexta passada, ou sobre a minha descoberta tardia do Coldplay, ou ainda de como eu estava com saudades de ouvir Red Hot Chilli Peppers. Também nem estou a fim de falar do quanto foi bom o episódio da semana passada de Grey’s Antomy (mas já falei dele aqui) e das minhas espectativas sobre o episódio final da segunda temporada de Brothers & Sisters próximo domingo.

Na verdade, só consigo pensar nos trechos mais depressivos das músicas deles, tais como:

“Penny likes to get away and drown her pain in lemonade. Penny dreams of rainy days and nights up late by the fireplace…”
“Can’t put my mind at ease with the words I say, trying to get myself to get out of my way”
“I am all that I fear…”
“But in a way I’m giving up some of myself…”
“Life isn’t what it seems, it’s something in a dream”
“She says please,watch over me, and she is on her knees and she begs and pleads”

Não, eles não são uma banda emo - nem eu. Drama queen, maybe. Maybe!

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Morrer: verbo transitivo

Abril 20, 2008 at 10:28 pm (Constatações, Seriados, Séries que amo, Tiraram as palavras da minha boca)

- Por que as pessoas precisam morrer?
- Para que a vida seja importante.

Morrer é verbo intransitivo. Quem morre, morre. Certo? Não, se você pegar um programa único como Six Feet Under (A Sete Palmos) que gira em torno da funerária da família Fisher. Via de regra os episódios sempre começavam com uma morte, que podia ou não ter ligação direta com o enredo. Durante as 5 temporadas, vimos vários tipo de mortes. Serenas, bizarras, pitorescas, doloridas, trágicas, inesperadas… Fato é que a morbidez era um sentimento pulsante na série, mas estava longe de ser o único.

Ousada, como tradicionalmente as séries da HBO são, Six Feet Under não nos poupava de tocar em assuntos e sentimentos que, em geral, ninguém gosta de mencionar e fingem, dentro de sua hipocrisia e moralismo, que não existem. Sexo, drogas, homossexualismo, incesto, traição, religião, aborto. A sensibilidade dos temas também não impedia que fossem tratados com profundidade ou sob óticas diversas. A vida é tragicômica e o seriado reflete isso, não só com humor negro, mas com situações que beiram o surreal, dando margem para sonhos, visões e alucinações que eram reflexos da repressão e angústia existencial dos personagens.

E os personagens, ah, os personagens são imperfeitos, sombrios, danificados e perturbados, mas são também encantadores, cada um ao seu modo. Não foi difícil se apegar aos Fishers e seus agregados. Ruth, Nate, David, Claire, Brenda, Rico, Keith, George, apesar de por vezes nos decepcionarem com suas atitudes, humanas acima de tudo, sofremos com eles e assim como eles, sofremos em silêncio, e aceitamos seus defeitos e entendemos suas fraquezas, mais do que qualquer psicólogo. Profissão, a qual, aliás, a série pegou para cristo, criticando e zuando sempre que possível, assim como ao governo Bush, o quê, claro, só vem a somar pontos positivos.

Resultado de uma série de ótimos fatores (elenco, roteirista, produção, direção), Six Feet Under, além de atípica (qual outra se desenvolve em volta de uma funerária?) é, no conjunto geral, perfeita. O final, então, deixou meus resistentes olhos cheios de lágrimas.

Tudo acaba em um momento, talvez seja esse o grande lema da série. E, no caso, Six Feet Under, terminou como começou, excelente.

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Frases by Dr. Gregory House

Março 21, 2008 at 2:03 pm (Constatações, Séries que amo, Tiraram as palavras da minha boca) ()


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“Olá pessoas doentes e seus familiares. Para não perdemos tempo e evitarmos conversa-fiada chata, eu sou o doutor Gregory House, mas vocês podem me chamar de Greg. (…) Eu sou um entediado diagnologista, com dupla especialidade em Infectologia e Nefrologia. Eu também sou o único médico dessa clínica que é obrigado a estar aqui. Mas não se preocupem, porque a maioria de vocês poderiam ser tratados por um macaco com um analgésico. Falando nisso, se me incomodarem muito, vocês poderão me ver tomando Vicodin (tira um frasco de remédio do bolso). Isso é meu, não é para vocês. E não, eu não tenho problemas de lidar com a dor, eu tenho problemas de dor. Mas quem sabe, talvez eu esteja muito doidão para dizer. Então, quem me quer?”

“Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes,o futuro depende delas”

“Ainda é ilegal fazer uma autópsia em uma pessoa viva?”

“Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é psicótico”

“Eu já atingi a cota mensal de exames inúteis para idiotas teimosos”

“Um viciado em sexo com a língua inchada. Imagine todos os lugares que posso fazer Dr. Foreman procurar!”

Uma freira fala para House: “A Irmã fulana acredita em coisas que não são reais”
House responde: “Pensei que esse fosse uma exigência para sua atividade”

“Preciso ir, o prédio está cheio de pessoas doentes. Se correr, talvez consiga evitá-las”

“Eu não preciso assistir a THE O.C., mas me deixa feliz”

“Eu sou o McCane!” (McBengala, referência aos apelidos com Mc dos médicos de Grey’s Anatomy, McDreamy, McSteamy, McVet, etc)

“Leia menos… veja mais TV”

“Como disse o filósofo Jagger uma vez: ‘Você não pode ter sempre aquilo que quer’”

“Todo mundo mente” (essa é clássica e é alma do seriado).
Ah, são tantas, ele é ótimo com suas tiradas e sacarmos, genial e genioso … My vicodin! I love hate him!

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era uma vez uma segunda-feira

Fevereiro 20, 2008 at 3:04 pm (Devaneios e divagações, Tiraram as palavras da minha boca)

Segunda-feira, dia de começar a nova dieta, os novos planos, o novo emprego, o novo curso, a nova academia. Dia de decidir seguir em frente, de decidir terminar o namoro na próximo sexta, de sentir saudade do domingo nostálgico, ou do sábado bombástico, ou de algo que nunca teve, ou, talvez, do que sempre teve. Dia de planejar a próxima viagem, o próximo cinema, o próximo livro, o próximo café com os amigos. Dia de preguiça e de ter coragem pra se entregar ao ócio. De manter a arrumação da casa e começar (re) arrumar a vida. Dia de renovar ou prosseguir. Dia cotidiano ou de uma nova rotina. Dia de ultimatos e indecisões. Dia de fazer promessas, das quais metade você esquece na terça e provavelmente a outra metade não chegará nem até quinta. Dia morno, porém decisivo para toda a semana e, se bobear, para todo o mês, ano ou vida.

E quando a segunda-feira é exatamente uma quarta-feira? Ou, quem sabe, uma quarta chance?

“Eu não gosto de segundas-feiras, mas elas eventualmente vem”
(Lorelai Gilmore) - minha eterna filosofa de bar.

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e por falar nisso…

Fevereiro 13, 2008 at 7:18 pm (Séries que amo, Tiraram as palavras da minha boca)

“Mudar. Nós não gostamos disso, temos medo. Mas não podemos impedir que aconteça. Precisamos nos adaptar as mudanças ou somos deixados para trás. Crescer é doloroso. Qualquer um que disser o contrário está mentindo. Mas aqui está a verdade: às vezes quanto mais as coisas mudam, mas elas permanecem as mesmas. E às vezes, oh, às vezes, mudar é bom. Às vezes mudar é tudo”
(Meredith Grey, no final do episódio 4.01 de Grey’s Anatomy).

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